Os que mais rapidamente fizeram fortuna foram aqueles mais se destacaram pelo seu CONHECIMENTO e, não menos importante, que também foram capazes de implementar ideias empreendedoras. Jovens como Bill Gates (Microsoft), Larry Page e Sergey Brin (Google) ou Mark Zuckerberg (Facebook) tornaram-se milionários antes dos 30 anos de idade.
Avaliação: Ciência inexacta
É fácil admitir que a Avaliação não é uma ciência exacta, principalmente quando aquilo que constitui o objecto da avaliação são... pessoas. De facto, as classificações não são mais que meros indicadores que não devem usadas para hierarquizar pessoas na ausência de outros indicadores de desempenho, tão objectivos quanto possível.
No entanto, esta tese também não deve dar azo a exageros, nomeadamente quando se desprezam as classificações escolares no pressuposto que estas não têm qualquer validade. Na origem destas posições extremadas poderá ter estado um "mito urbano", divulgado até à exaustão nas redes sociais, de que Albert Einstein havia sido um aluno, digamos, sofrível. Segundo esta "peta", os professores de Einstein não haviam sido capazes de lhe reconhecer as capacidades que efectivamente possuía. E mais: tais divulgadores tinham como prova um certificado de matrícula que evidenciava que o pobre do Albert havia tido 3 "negas" numa escala de 0 a 10. Eis a "prova"...

Acontece que o certificado em questão reporta ao sistema de ensino suíço que, à época, baseava as avaliações numa escala de 1 a 6.
Conclusão: a avaliação não é um ciência exacta, mas não deixa de constituir um bom indicador.

